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Junho 2016
  • > LITURGIA DIÁRIA

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    O Domingo liturgia diaria

     

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  • LITURGIA DOMINICAL DE MAIO 2016

    :: DOMINGO, 01 DE MAIO 2016.
    6º Domingo da Páscoa
    Cor: Branco

    1ª Leitura(At 15,1-2.22-29) - Decidimos, o Espírito Santo e nós, não vos impor nenhum fardo, além das coisas indispensáveis.

    Salmo (Sl 66,2-3.5.6.8 (R. 4) - R. Que as nações vos glorifiquem, ó Senhor, que todas as nações vos glorifiquem! Ou: R.Aleluia, Aleluia, Aleluia

    2ª Leitura (Ap 21,10-14.22-23) - Mostrou-me a cidade santa descendo do céu.

    Evangelho (Jo 14,23-29) - O Espírito Santo vos recordará tudo o que eu vos tenho dito.

     

    :: DOMINGO, 08 DE MAIO 2016. 
    Ascenção do Senhor
    Páscoa Cor: Branco

    Jesus ascenção

    1ª Leitura (At 1,1-11) -  Jesus foi levado aos céus, à vista deles.

    Salmo (Sl 46,2-3.6-7.8-9(R.6) - R. Batei palmas, povos todos, o Senhor subiu ao toque da trombeta! Ou: R.Aleluia, Aleluia, Aleluia

    2ª Leitura (Ef 1,17-23) - E o fez sentar-se à sua direita nos céus.

    Evangelho (Lc 24,46-53) - Enquanto os abençoava, afastou-se deles e foi levado para o céu.

     

    :: DOMINGO, 15 DE MAIO 2016.
    Domingo de Pentecostes - Missa do Dia Páscoa
    Cor: Vermelho

    1ª Leitura (At 2,1-11) - Todos ficaram cheios do Espírito Santo e começaram a falar.

    Salmo (Sl 103, 1ab.24ac.29bc-30 31.34 (R.30) - R. Enviai o vosso Espírito Senhor* e da terra toda a face renovai. Ou:R. Aleluia, Aleluia, Aleluia,

    2ª Leitura (1Cor 12,3b-7.12-13) - Fomos batizados num único Espírito para formarmos um único corpo.

    Evangelho (Jo 20,19-23) - Assim como o Pai me enviou também eu vos envio: Recebei o Espírito Santo!  + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João

     

     pentecost

     

    :: DOMINGO, 22 DE MAIO 2016. 
    Solenidade da Santíssima Trindade - Tempo Comum 
    Cor: Branco

    1ª Leitura (Pr 8,22-31) - Antes que a terra fosse feita a Sabedoria já tinha sido concebida.

    Salmo (Sl 8,4-5.6-7.8-9 (R. 2a) - R. Ó Senhor nosso Deus, como é grande vosso nome por todo o universo!

    2ª Leitura (Rm 5,1-5) - A Deus, por Cristo,na caridade difundida pelo Espírito.

    Evangelho (Jo 16,12-15) - Tudo o que o Pai possui é meu. O Espírito Santo receberá do que é meu e vo-lo anunciará.

     

    :: DOMINGO, 29 DE MAIO 2016.
    9º DOMINGO - Tempo Comum
    Cor: Verde

    1ª Leitura (1Rs 8,41-43) - Quando um estrangeiro vier rezar no teu Templo, escuta-o.

    Salmo (Sl 116,1.2 (R.Mc 16,15) - R.Proclamai o Evangelho a toda criatura!  Ou:Aleluia, Aleluia, Aleluia. 

    2ª Leitura (Gl 1,1-2.6-10) - Se eu ainda estivesse preocupado em agradar aos homens, não seria servo de Cristo.

    Evangelho (Lc 7,1-10) -  Nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé.

     

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Últimas Noticias

Sáb, 07 de Maio de 2016 02:15

Arraia do Village 2016 screen shot

Dom, 17 de Abril de 2016 07:35

DECLARAÇÃO DA CNBB SOBRE O MOMENTO NACIONAL

Escrito por Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB)

CNBB logo“Quem pratica a verdade aproxima-se da luz” (Jo 3,21).

13/04/2016 - Nós, bispos católicos do Brasil, reunidos em Aparecida, na 54ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), frente à profunda crise ética, política, econômica e institucional pela qual passa o país, trazemos, em nossas reflexões, orações e preocupações de pastores, todo o povo brasileiro, pois, “as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens e mulheres de hoje, sobretudo dos pobres e de todos aqueles que sofrem, são também as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos discípulos de Cristo” (Gaudium et Spes, 1).

Depois de vinte anos de regime de exceção, o Brasil retomou a experiência de um Estado democrático de direito. Os movimentos populares, organizações estudantis, operárias, camponesas, artísticas, religiosas, dentre outras, tiveram participação determinante nessa conquista. Desde então, o país vive um dos mais longos períodos democráticos da sua história republicana, no qual muitos acontecimentos ajudaram no fortalecimento da democracia brasileira. Entre eles, o movimento “Diretas Já!”, a elaboração da Carta Cidadã, a experiência das primeiras eleições diretas e outras mobilizações pacíficas.

Neste momento, mais uma vez, o Brasil se defronta com uma conjuntura desafiadora. Vêm à tona escândalos de corrupção sem precedentes na história do país. É verdade que escândalos dessa natureza não tiveram início agora; entretanto, o que se revela no quadro atual tem conotações próprias e impacto devastador. São cifras que fogem à compreensão da maioria da população. Empresários, políticos, agentes públicos estão envolvidos num esquema que, além de imoral e criminoso, cobra seu preço. 

Quem paga pela corrupção? Certamente são os pobres, “os mártires da corrupção” (Papa Francisco). Como pastores, solidarizamo-nos com os sofrimentos do povo. As suspeitas de corrupção devem continuar sendo rigorosamente apuradas. Os acusados sejam julgados pelas instâncias competentes, respeitado o seu direito de defesa; os culpados, punidos e os danos, devidamente reparados, a fim de que sejam garantidas a transparência, a recuperação da credibilidade das instituições e restabelecida a justiça. 

A forma como se realizam as campanhas eleitorais favorece um fisiologismo que contribui fortemente para crises como a que o país está enfrentando neste momento.

Uma das manifestações mais evidentes da crise atual é o processo de impeachment da Presidente da República. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil acompanha atentamente esse processo e espera o correto procedimento das instâncias competentes, respeitado o ordenamento jurídico do Estado democrático de direito. 

A crise atual evidencia a necessidade de uma autêntica e profunda reforma política, que assegure efetiva participação popular, favoreça a autonomia dos Poderes da República, restaure a credibilidade das instituições, assegure a governabilidade e garanta os direitos sociais.  

 

De acordo com a Constituição Federal, os três Poderes da República cumpram integralmente suas responsabilidades. O bem da nação requer de todos a superação de interesses pessoais, partidários e corporativistas. A polarização de posições ideológicas, em clima fortemente emocional, gera a perda de objetividade e pode levar a divisões e violências que ameaçam a paz social.

 

Conclamamos o povo brasileiro a preservar os altos valores da convivência democrática, do respeito ao próximo, da tolerância e do sadio pluralismo, promovendo o debate político com serenidade. Manifestações populares pacíficas contribuem para o fortalecimento da democracia. Os meios de comunicação social têm o importante papel de informar e formar a opinião pública com fidelidade aos fatos e respeito à verdade.

 

Acreditamos no diálogo, na sabedoria do povo brasileiro e no discernimento das lideranças na busca de caminhos que garantam a superação da atual crise e a preservação da paz em nosso país. “Todos os cristãos, incluindo os Pastores, são chamados a se preocupar com a construção de um mundo melhor” (Papa Francisco).

 

Pedimos a oração de todos pela nossa Pátria. Do Santuário de Nossa Senhora Aparecida, invocamos a bênção e a proteção de Deus sobre toda a nação brasileira.

 

Aparecida - SP, 13 de abril de 2016.

 

Dom Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

 

Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, SCJ
Arcebispo de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB

 

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

 

 

Dom, 17 de Abril de 2016 06:47

Dilma Rousseff Targeted in Brazil by Lawmakers Facing Scandals of Their Own

Escrito por By SIMON ROMERO and VINOD SREEHARSHA for the NY TImes

BRASÍLIA — Paulo Maluf, a Brazilian congressman, is so badly besieged by his own graft scandals that his constituents often describe him with the slogan “Rouba mas faz.” Translation: He steals but gets it done.

But like an array of other scandal-plagued members of Brazil’s Congress, Mr. Maluf says he is so fed up with all the corruption in the country that he supports ousting President Dilma Rousseff.

“I’m against all the dubious horse-trading this government does,” said Mr. Maluf, 84, a former São Paulo mayor who faces charges in the United States that he stole more than $11.6 million in a kickback scheme.

Dilma against the impeachment 1

The drive to impeach Ms. Rousseff is gaining momentum. A pivotal vote to send her case to the Senate for a possible trial is expected over the weekend, and several of the political parties in her governing coalition abandoned her this week, leaving her especially vulnerable.

But some of the most vocal lawmakers pushing to impeach Ms. Rousseff are facing serious charges of graft, electoral fraud and human rights abuses, uncorking a national debate about hypocrisy among Brazil’s leaders.

“Dilma may have dug her own grave by not delivering on what she promised, but she is untainted in a political realm smeared with excrement from top to bottom,” said Mario Sergio Conti, a columnist for the newspaper Folha de S. Paulo. “She didn’t steal, but a gang of thieves is judging her.”

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Dom, 17 de Abril de 2016 05:31

Pope prays for refugees, brings 12 Syrians back to Rome

Escrito por By Cindy Wooden Catholic News Service

Pope in MirtileneMYTILENE, Greece (CNS) -- Pope Francis' five-hour visit to Greece ended with him offering safe passage to Italy to 12 Syrian Muslims, half under the age of 18. The Vatican had kept secret the pope's plan to invite the members of three Syrian families to fly back to Rome with him April 16. Rumors began swirling in the Greek media a couple hours before the flight took off, but it was confirmed by the Vatican only as the 12 were boarding the papal plane. 

The Vatican Secretariat of State made formal arrangements with the Italy and the Greek governments to obtain the legal permits needed for the refugees to live in Italy, a Vatican statement said. The Vatican will assume financial responsibility for the families, who will be assisted by the Rome-based Community of Sant'Egidio. All 12 in the group, the Vatican added, had arrived in Greece prior to March 20, the date a European Union agreement with Turkey went into effect for returning most asylum seekers to Turkey. 

The children are between the ages of 2 and 17. After spending the morning with desperate refugees interned in a camp in Greece, Pope Francis and Orthodox leaders turned their attention and prayers to the sea, the final burial place of hundreds who died trying to get to Europe. Just since January, the International Organization for Migration said, more than 150,000 migrants and refugees arrived in Greece and 366 people died attempting crossing the Aegean Sea to the country. 

"Though many of their graves bear no name, to you each one is know, loved and cherished," Pope Francis prayed to God April 16 in Mytilene, a city on Lesbos, the island on which more than half the refugees have landed. "Wake us from the slumber of indifference," the pope prayed, "open our eyes to their suffering and free us from the insensitivity born of world comfort and self-centeredness." 

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Sáb, 16 de Abril de 2016 18:47

Sanders says his invitation to Vatican wasn't political endorsement

Escrito por By Carol Glatz to Catholic News Service

Bernie Sanders Vatican ConferenceVATICAN CITY (CNS) -- U.S. presidential candidate Bernie Sanders said attending a Vatican conference on Catholic social teaching did not represent a political endorsement of his run for higher office. 

When asked about the controversy surrounding the invitation during a presidential campaign cycle and whether that translated into the Vatican somehow supporting his bid, he told the Italian daily La Repubblica, "No, that's not it. The Vatican isn't involved in that. The conference isn't a political event." 

Sanders was one of about 35 economists, academics, church leaders and politicians invited to attend a conference April 15-16 dedicated to St. John Paul II's 1991 social encyclical "Centesimus Annus." The meeting was jointly sponsored by the Pontifical Academy of Social Sciences and the Institute for Advanced Catholic Studies. Ecuadorian President Rafael Correa and Bolivian President Evo Morales were also invited to speak at the two-day conference. 

In his 15-minute address, the Jewish senator extolled the Catholic Church's social teachings, saying few others "rival the depth and insight" the church displays in its moral teaching on the challenges of a market economy. 

He extensively quoted from Pope Francis' many interventions, while also offering snippets of his own political platform, describing the effects deregulation, financial fraud and corporate campaign financing has had in the United States. 

Despite the huge political, economic and moral challenges, he said, "Pope Francis himself is surely the world's greatest demonstration against such a surrender to despair and cynicism" and is an inspiration for building a global consensus for a better world. 

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Sex, 25 de Março de 2016 08:57

Sexta-Feira da paixão com Papa Francisco

Escrito por Redação Caros Amigos

Não perca a missa da  Sexta feira da Paixão (Sexta, 25 de março 2016) com o Papa Francisco AO VIVO.

Clique nesse link às 4 pm  e às 5 pm ET para assistir a missa: 

PAZ E BEM. 

Sex, 25 de Março de 2016 07:20

Democracia posta à prova

Escrito por CNBB / Dom Luiz Demétrio Valentini

23/03/2016 - Estamos na iminência de uma ruptura constitucional. Em momentos assim, se faz necessário um apelo à consciência democrática, e uma advertência dos riscos de uma decisão política profundamente equivocada.

Falando claro e sem rodeios: com a tentativa de impeachment da Presidente Dilma, procura-se revestir de legalidade uma iniciativa política com a evidente intenção de destituir do poder quem foi legitimamente a ele conduzido pelo voto popular.

Isto fere o âmago do sistema democrático, que tem como pressuposto básico o respeito aos resultados eleitorais. 

É preciso desmascarar a trama que foi sendo urdida, para criar artificialmente um pretenso consenso popular, para servir de respaldo aos objetivos que se pretende alcançar.

É notável que desde as últimas eleições presidenciais, os derrotados não aceitaram o resultado das urnas, e traduziram seu descontentamento em persistentes iniciativas de deslegitimar o poder conferido pelas eleições.

Outra evidência é a contínua e sistemática obstrução das iniciativas governamentais, praticada especialmente por membros do Congresso Nacional, com o evidente intuito de inviabilizar o governo, e aplainar o caminho para o golpe de misericórdia contra ele. 

Está em andamento um verdadeiro linchamento político, conduzido sutilmente por poderosos meios de comunicação, contra determinados atores e organizações partidárias, que são continuamente alvo de acusações persistentes e generalizadas, e que se pretende banir de vez do cenário político nacional. 

Causa preocupação a atuação de membros do Poder Judiciário, incluindo componentes da Suprema Corte, que deixam dúvidas sobre as reais motivações de suas decisões jurídicas, levando-nos a perguntar se são pautadas pelo zelo em preservar a Constituição e fazer a justiça, ou se servem de instrumento para a sua promoção pessoal ou para a vazão de seus preconceitos.

Em meio a esta situação limite, cabe ao povo ficar atento, para não ser ludibriado. 

Mas cabe ao Judiciário a completa isenção de ânimo para garantir o estrito cumprimento da Constituição.

E cabe ao Congresso Nacional terminar com sua sistemática obstrução das iniciativas governamentais, e colaborar com seu apoio e suas sugestões em vista do bem comum, e não de interesses pessoais ou partidários.

Em vez deste impeachment sem fundamento legal e sem justificativa, que nos unamos todos em torno das providências urgentes para que o Brasil supere este momento de crise, e reencontre o caminho da verdadeira justiça e da paz social.

Por Dom Luiz Demétrio Valentini, Bispo Emérito de Jales.

FONTE:CNBB

Sex, 25 de Março de 2016 07:11

24/03/2016 - Diante do cenário de crise e das últimas arbitrariedades que violam os princípios do Estado Democrático de Direito, colocando em risco a própria democracia no país, uma reunião na Câmara dos Deputados, realizada nesta quarta-feira (23/03), marcou a instalação de um Comitê em Defesa da Democracia dentro do parlamento brasileiro.

O Comitê foi instalado com a participação de organizações da sociedade civil, partidos políticos e servidores públicos, que defendem o respeito à democracia e se posicionam contra o processo de impeachment por entender que não há fundamento legal que o justifique.

Entre as entidades e coletivos que participaram da criação do Comitê estão a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Comissão de Justiça e Paz (DF), União Nacional dos Estudantes (UNE), Barão de Itararé (DF), Intervozes, Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), Fora do Eixo, Articulação Justiça e Direitos Humanos (JusDH), Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (Conic), União da Juventude Socialista (UJS), Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) e Mídia Ninja; além de representantes do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), Partido dos Trabalhadores (PT), Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e Partido da Causa Operária (PCO).

Ter, 22 de Março de 2016 01:01

15/03/2016 - Brasília – O presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, reuniu-se nesta terça-feira (15) com o secretário-geral da CNBB, dom Leonardo Steiner. Na pauta, o fortalecimento dos laços entre as duas entidades e os caminhos para a saída da crise atual por que passa o Brasil.

“OAB e CNBB caminham juntas há muitas décadas lutando pela melhoria das instituições republicanas e pelo avanço de nossa democracia”, afirma Claudio Lamachia. “Entre as vitórias mais significativas para a cidadania estão a proibição do financiamento empresarial em campanhas políticas e a Lei da Ficha Limpa, entre diversas outras”, listou.

Ter, 22 de Março de 2016 00:50

"Conclamamos a todos que zelem pela paz em suas atividades e em seus pronunciamentos. Cada pessoa é convocada a buscar soluções para as dificuldades que enfrentamos. Somos chamados ao diálogo para construir um país justo e fraterno."

Brasília (RV) - A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou, nesta quinta-feira, 10, durante coletiva de imprensa, uma nota sobre o momento atual do Brasil aprovada pelo Conselho Permanente, reunido de 8 a 10 deste mês, na sede da Conferência, em Brasília. 

Na nota, a CNBB manifestou preocupações diante do momento atual vivido pelo país. "Vivemos uma profunda crise política, econômica e institucional que tem como pano de fundo a ausência de referenciais éticos e morais, pilares para a vida e organização de toda a sociedade".

Ter, 22 de Março de 2016 00:10

DEFENDENDO O ESTADO DEMOCRATICOEm nota, condenam a “crescente ameaça ao estado democrático de direito”. Confira abaixo na íntegra.

“Manifesto das defensoras e defensores públicos brasileiros em defesa do estado democrático de direito

A Defensoria Pública é instituição autônoma, constitucionalmente prevista e destinada à prestação de assistência jurídica integral e gratuita aos vulneráveis, que não tem condições de acesso à Justiça.

Os Defensores Públicos abaixo assinados, em razão dos recentes episódios de manifesto arbítrio judicial, vêm a público apresentar suas considerações sobre a crescente ameaça ao Estado Democrático de Direito.

Tem-se visto muitos acadêmicos e profissionais da área jurídica, com razão, externar contrariedade ante notórios retrocessos do sistema de justiça criminal, tais como a relativização da presunção de inocência, a condução coercitiva de investigados e a banalização da prisão preventiva.

Lançar mão de expedientes contrários às mais basilares garantias individuais, previstas sólida e taxativamente no texto constitucional, em nome de uma "cruzada contra a impunidade" representa recorrer a medidas de exceção no interior da Democracia brasileira, de modo a ensejar preocupação e perplexidade, mesmo àqueles que atuam rotineiramente operando as normas e princípios que orientam e determinam o funcionamento da Justiça no Brasil.

> LEIA O ARTIGO COMPLETO

Ter, 22 de Março de 2016 00:00

MArco Aurelio Melo STF sobre Moro“...nunca vi tanta delação premiada, essa postura de co-réu querendo colaborar com o Judiciário. Eu nunca vi tanta prisão preventiva como nós temos no Brasil em geral. A população carcerária provisória chegou praticamente ao mesmo patamar da definitiva, em que pese a existência do princípio da não culpabilidade. Tem alguma coisa errada. Não é por aí que nós avançaremos e chegaremos ao Brasil sonhado.” - Marco Aurélio Mello

Nas últimas semanas, Marco Aurélio Mello, ministro do Supremo Tribunal Federal, tem erguido a voz contra o que considera ser um perigoso movimento de atropelo da ordem jurídica no país.

Em recentes manifestações, Marco Aurélio criticou a flexibilização do princípio da não culpabilidade, e a liberação para a Receita Federal do acesso direto aos dados bancários de qualquer cidadão brasileiro.

Na semana passada, o ministro criticou a conduta do juiz Sérgio Moro, no episódio do vazamento do conteúdo das interceptações telefônicas, envolvendo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidenta Dilma Rousseff.

"Em entrevista concedida por telefone ao Sul21, Marco Aurélio fala sobre esses episódios e critica a conduta de Sérgio Moro: “Ele não é o único juiz do país e deve atuar como todo juiz. Agora, houve essa divulgação por terceiro de sigilo telefônico. Isso é crime, está na lei. Ele simplesmente deixou de lado a lei. Isso está escancarado. Não se avança culturalmente, atropelando a ordem jurídica, principalmente a constitucional”, adverte.

Sul21: Considerando os acontecimentos dos últimos dias, como o senhor definiria a atual situação política do Brasil? Na sua avaliação, há uma ameaça de ruptura constitucional ou de ruptura social?

Marco Aurélio Mello: A situação chegou a um patamar inimaginável. Eu penso que nós precisamos deixar as instituições funcionarem segundo o figurino legal, porque fora da lei não há salvação. Aí vigora o critério de plantão e teremos só insegurança jurídica. As instituições vêm funcionando, com alguns pecadilhos, mas vêm funcionando. Não vejo uma ameaça de ruptura. O que eu receio é o problema das manifestações de rua. Mas aí nós contamos com uma polícia repressiva, que é a polícia militar, no caso de conflitos entre os segmentos que defendem o impeachment e os segmentos que apoiam o governo. Só receio a eclosão de conflitos de rua.

> LEIA O ARTIGO COMPLETO - fonte: CAROS AMIGOS

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