ÚLTIMAS NOTÍCIAS
NY, 19.08.08 (Por Ana Lourdes Alvarenga) -
O Prefeito de Hartford , CT, aprova lei proibindo que a polícia municipal prenda ou detenha pessoas baseada em seu status migratório
Após meses de terror provocados pelas batidas regulares do ICE em várias regiões dos Estados Unidos, a comunidade brasileira como um todo, tem um bom motivos para comemorar. O prefeito Eddie A. Perez finalmente assinou a lei de imigração aprovada pela câmera dos vereadores de Hartford, desautorizando policiais a prenderem ou deterem pessoas baseados na condição imigratória das mesmas.
A lei também proibe funcionários da cidade de perguntarem o status imigratório de qualquer pessoa em busca de assistência pública.
As batidas do ICE desde outubro 2007, esvaziaram a vibrante comunidade brasileira de Hartford, CT. Muitas familias e comerciantes que ali residiam abandonaram seus lares voltando desiludidos para o Brasil ou se relocalizando nas regiões de Boston ou NJ. A evasão provocou perdas econômicas e de serviço para a cidade, mas serviu para unificar as comunidade na Coalisão dos Imigrantes da qual participaram mais de 12 grupos, entre eles advogados da Yale University, vereadores e brasileiros da associação Aliança Brasileira .
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"A Coalisão dos Imigrantes foi muito bem organizada. Fizemos muitas reuniões em Igrejas e bibliotecas públicas, onde a imigração não pode dar batida. Professores de Yale participaram no estudo da lei para garantir uma nomenclatura favorável às necessidades dos imigrantes e o respeito às leis americanas. Mobilizar é vital para a comunidade brasileira nos Estados Unidos. Espero que os resultados conseguidos pela Coalisão dos Imigrantes de Hartford inspire outras comunidades a fazerem o mesmo", diz Abigail Amorim da Aliança Brasileira.
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NYC,24.06.08
- A DIRETIVA DE RETORNO - UM NOVO HOLOCAUSTO
Por Pe. Alfredo J. Gonçalves, CS
A Diretiva de Retorno, recente decisão do Parlamento Europeu, que permite detenção e expulsão dos imigrantes "sem papéis", está na contramão da história. Faz ruir por terra um dos poucos efeitos positivos da chamada globalização, a saber, a possibilidade de maior integração e solidariedade de povos e culturas distintas. Essa ameaça que pesa hoje sobre mais de 8 milhões de pessoas não fere apenas o direito de ir e vir, viola também os direitos humanos, o direito sagrado a uma nova chance de vida.
Por um lado, as fronteiras do mundo todo se escancaram cada vez mais às notícias e informações, ao capital financeiro e mercadorias, à tecnologia de ponta e serviços em geral, convertendo o planeta numa aldeia. Por outro lado, a política migratória, com suas leis restritivas e controles rígidos, se fecha e se enrijece duramente diante dos sonhos e projetos dos trabalhadores. A contradição é flagrante, para não dizer criminosa: incentiva-se as relações entre as coisas e o dinheiro, ao mesmo tempo que se cerram as portas aos intercâmbios humanos.
Os "sem papéis" o são frente a quem e a quê? O que os torna "clandestinos, ilegais ou extra-comunitários"? No fundo, não passam de homens e mulheres, em sua maioria jovens cheios de energia, cujo objetivo é viver com dignidade de pessoa humana. Com seus exíguos apetrechos, carregam no coração e na alma a força vital de mover não somente a si mesmos, mas de pôr em marcha a família, a sociedade e a própria história. Onde está o crime? Por que prendê-los e deportá-los? Por que criminalizar o ato de migrar?
Do ponto de vista da própria Europa, a decisão do Parlamento priva o velho continente desse sangue jovem que tende a rejuvenescer o organismo social. E o priva igualmente de um entusiasmo primaveril, o qual, tende a nutrir e renovar as sociedades que se aproximam do outono. Isso sem falar da mão-de-obra, fácil e barata, para os serviços mais sujos e pesados, mais perigosos e mal remunerados. Mas, do ponto de vista dos imigrantes, o que está em jogo é o projeto de um futuro mais promissor para si e para a família, o projeto de uma nova vida. Criminalizar o ato de migrar é criminalizar aquilo que mais profundamente identifica o ser humano: a liberdade de superar os próprios limites e de superar as condições sócio-econômicas que o amarram à fome e à miséria. Ou seja, a liberdade de correr ao encalço da vida onde ela se deixa encontrar. Uma liberdade que não pode estar amarrada a um determinado chão, hino, bandeira, ou idioma!
Seria exagero falar de um novo holocausto? Um holocausto silencioso, também este perpetrado ao abrigo do Estado e de suas autoridades representativas, revestido com o verniz e a legitimidade da legislação. Da mesma forma que a trágica eliminação nazi-fascista durante a Segunda Guerra Mundial, a rejeição atual aos imigrantes ceifa em pleno vigor milhões de vidas humanas, aborta em pleno vôo os sonhos mais caros e tão laboriosamente alimentados. Com elas, mutila sementes e brotos, corta esperanças. E contraria na raiz a idéia de um projeto mais amplo de cidadania sem fronteiras, tão ciosamente defendida entre os "comunitários", nascidos em terras européias. Numa palavra, as boas intenções se frustram diante da prática política e das leis que a expressam.
Mas isso não é tudo. A Diretiva de Retorno (ou da vergonha como vem sendo chamada), além do mais, esconde uma ingratidão histórica. De fato, basta recuar pouco mais de século para dar-se conta de como os europeus tiveram oportunidades de refazer suas vidas e recompor a família em países de além mar, tais como Estados Unidos, Austrália, Brasil, Argentina, entre outros. Asfixiados pelos efeitos da Revolução Industrial, particularmente uma urbanização acelerada seguida de forte desocupação nas cidades, eles se viram forçados a cortar as raízes com o solo pátrio e replantá-las nas terras jovens de outros continentes. Com uma fé e uma teimosia inquebrantáveis, puderam contribuir para o desenvolvimento de novas experiências humanas.
Por que então negar essa mesma oportunidade, neste momento, aos africanos, latino-americanos, asiáticos e eslavos do leste europeu? - ou seja, por que negá-la àqueles que vêem dos mesmos lugares para onde migraram seus antepassados? Também estes novos imigrantes sofrem de asfixia crônica em nas terras em que nasceram: desemprego, falta de perspectivas, injustiças, desigualdades e assimetrias sociais. Sem contar as "catástrofes naturais", entre aspas porque muitas vezes não passam de reações violentas da natureza à ação que exerce sobre ela as forças econômicas. Os imigrantes de hoje, como os de então, originários de terras inóspitas e hostis, tratam de refazer o projeto de vida longe da própria pátria. Com a mesma fé e teimosia inquebrantáveis, transplantam suas energias e seus sonhos de uma região para outra, de um país para outro, de um continente para outro. Por quê negar-lhes essa oportunidade?
Mas a ingratidão tem outra faceta. Muitas vezes os países centrais necessitam e incentivam a entrada de braços para determinados serviços. Querem trabalhadores, mas negam a estes o status de cidadãos. Abrem a porta dos fundos, da clandestinidade cúmplice e consentida, mas fecham a porta da frente, do direito a uma legalidade adquirida. Permitem-lhes cruzar a fronteira geográfica, mas cerram para eles a fronteira política. Daí os milhões de "sem papéis", que amargam uma existência precária nos porões mais sórdidos das sociedades ricas e opulentas.
Entretanto, se há uma dupla ingratidão, há também uma insensatez. De fato, não raro essas sociedades ricas e opulentas são também sociedades que experimentam um mal-estar inconfessável e inconfessado. Decrescem em seu vigor juvenil, aproximando-se perigosamente do ocaso. O consumo exacerbado, o individualismo cada vez mais centrado em si mesmo e um certo cinismo - para não falar de outros "ismos" - corroem as esperanças e o próprio sentido da vida. Deixam um gosto amargo no coração e na alma. O alto grau de suicídios, particularmente entre os jovens, são o sintoma de mal-estar. Outro sintoma, desta vez mais agressivo, é o ressurgimento de grupos nazi-fascistas, que sem dúvida devem ser os primeiros a festejar a Diretiva do Retorno.
Nesse sentido, a presença dos imigrantes de diferentes cores e matizes culturais, pode ser um fator de grande rejuvenescimento. Não só por serem eles majoritariamente jovens, mas sobretudo porque, como todo aquele que chega a um novo lugar, desembarcam movidos por uma vívida utopia e um afã de recomeçar. Injetam sangue novo num organismo que tende a sofrer de decrepitude. E mais do que isso, embora estigmatizados por uma xenofobia crescente e desfigurados pela pobreza, são portadores de esperança e fé. Se quisermos, consciente ou inconscientemente, são mensageiros da Boa Nova!
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FALA PADRE - Junho 2008
"Carta Aberta ao Povo Americano" no advento da detenção de mais uma irmã imigrante
DENÚNCIA CONTRA O PRECONCEITO
Por Vincenzo Ronchi
Com tristeza relatamos que recentemente uma pessoa da nossa comunidade foi detida pela imigração e agora se encontra presa aguardando deportação. Ela viajava de férias com o noivo em um trem Amtrak vindo de Indiana à New York, quando foi interpelada em Pennsylvania por uma blitz de agentes do ICE buscando imigrantes irregulares.
O governo federal vem tornado cada vez mais perigoso para imigrantes não regularizados - pejorativamente chamados "ilegais"- viajarem dentro do território americano. Blitz de agentes de imigração tem se tornado cada vez mais freqüentes, ousadas e cruéis - é com pesar que constatamos mais um momento de grande xenofobia e raciscmo da história americana.
Recentemente Pe. Volmar Scaravelli, editor de “O Imigrante” - Jornal da Comunidade Católica Brasileira escreveu na edição de Maio 2008 uma carta ao povo americano pedindo sensatez e caridade.Ele clama para que as pessoas não se deixem ofuscar pela desconfiança e "falsos profetas" que motivados pelo ódio e preconceito propagam o mito da "invasão estrangeira". São esses que vestindo pele de cordeiro ateam o fogo da ignorância xenófoba.
O "Washington Post" publicou entre os dias 11 e 14 de maio uma série de matérias sobre a "moda" da “careless detention” ou detenção negligente. Em foco estava o descúido e negligência com que o crescente número de imigrantes detidos pelos ICE vem sendo tratado. Descuido esse que já resultou na morte de 83 imigrantes detidos à espera do proceso de remoção ou de deportação.
Cabe à nós cristãos nos perguntar: - O que podemos fazer?
Acredito que a concientização do povo migrante, a força e a coragem da verdade, mesmo que incômoda, será o primeiro passo para a solução.
Agradecendo a coragem e força das palavras diretas de padre Volmar fazemos das dele, nossas palavras e reproduzimos seu "manifesto".
Deus abençoe o povo migrante.
Padre Vincenzo
Reprodução da Carta Aberta ao Povo Americano
Por Padre Volmar Scaravelli
Fonte: O Imigrante - Maio 2008
“Em nome da Direção deste Jornal, depois de analisar a atual situação dos imigrantes nos Estados Unidos desejamos expressar:
* É dever da Igreja pronunciar-se em favor dos mais necessitados ainda mais quando se verificam reações de discriminação e de exclusão social. É nosso dever velar pelo migrante quando já ingressou neste país ainda mais quando ele se encontra em situação de ilegalidade.
* Somos conscientes da situação que vove o país, com uma real depressão económica que afeta a muitos americanos, no entanto, é nosso dever denunciar os atropelos por parte de alguns comunidacores sociais, alguns policiais, autoridades e pessoas comuns que se deixam conduzir pela idéia de que os imigrantes são os culpados dos nossos males e vêem na presença do imigrante um risco para o nosso equilíbrio social. Em alguns casos, longe de se procurar uma convivência pacífica entre estrangeiros e nacionais há procedimentos policiais que envolvem imigrantes indocumentados desrespeitando os seus direitos fundamentais.
* Essas atidudes preocupam porque geram medo e intolerãncia na sociadade e ao não contar com elementos válidos para discernir, alguns podem responder com atitudes de discriminação.
* Lembramos que os imigrantes, em sua imensa maioria vieram buscar o pão e a solidariedade que necesitam para viver e não devem ser tratados como delinqüentes mas como pessoas humanas.
*
Que para isso, faz-se necessária uma Nova Lei de Migração que permita aos trabalhadores indocumentados aceder a um documento e que os responsáveis controlem com eficácia os traficantes e exploradores de pessoas humanas.
* Nos preocupa de maneira especial a separação das famílias através das deportações dos pais de crianças americanas.
Então my brother:
* Abaixe a mão e não aponte o dedo contra ninguém. Todos somos culpados em diferentes medidas da desorganização social do mundo em que vivemos.
* Não aponte o dedo contra nós porque ao mesmo tempo estás apontando um dedo para o céu e trés contra ti mesmo. Não acuse o teu irmão imigrante pelos males que te afetam como caminho mais fácil para justificar a tua omissão ou a tua culpa.
* Não procure no lugar errado ou nas pessoas alheias os motivos do teu desapontamento pelos problemas econômicos.
* Não feche a mente e olhe mais além dos discursos xenófobos contra os imigrantes, próprio de pessoas ignorantes.
* Não dê ouvido às menifestações discriminatórias contra os estrangeiros, próprias das pessoas egoístas.
* Procure saber mais sobre o aporte econômico, cultural e religioso dos imigrantes. Veja como se ocupam dos trabalhos que os nacionais desprezam vendendo seu trabalho mais barato e às vezes suportando situações indignas. Procure saber quem somos, e por que estamos aqui.
* Conheã a sua própria história e verá que seus antepassados também foram imigrantes como nós e seja solidário. Porque a solidariedade não é uma questão de compaixão, mas de justiça e di ética. Entendemos a dificultade de um país de absorver muitos imigrantes, mas os limites da acolhida não podem ser estabelecidos arbitrariamente alegando como único critério a defesa do nosso bem estar.
“Não explore o imigrante nem o oprima, porque voçês foram imigrantes no Egito. Eu sou Javé, vosso Deus” (Ex 22,20). Deus te abençoe e te guarde!
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NY.11.05.08 ( Por Ana Lourdes Alvarenga) -
SÁBADO,17 DE MAIO - A
Comunidade Católica Brasileira de NY se prepara para uma FESTA DE ARROMBA
A comunidade Católica de NY convida a todos para a Festa dos Anos
60 (The 60's Party) que visa angariar fundos para a Pastoral da Criança de Picos, Piauí.
A festa é uma iniciativa do Grupo de Trabalho "Solidadriedade
Brasil" e da "Comissão de Festas" formados na Comunidade Brasileira da Igreja da Pompéia há quase
dois anos. "Escolhemos a comunidade de Picos porque de acordo com a
CNBB - Confederação Nacional de Bispos do Brasil Piauí é o estado mais
necessitado de apoio financeiro - Diz Mércia, membra do GT
"Solidadriedade Brasil" .
A decoração ficará por conta dos membros da Comissão de
Festas Fábio e Kátia Brescianni que contam com a solidariedade de todas
as outras pastorais para fazer dessa festa um grande sucesso. Nas
carrapetas está comandando DJ Ferrugem, que promete fazer o salão
tremer ao som de pérolas da música brasileira e internacional da época. Todas as idades são bem vindas no salão !
O slogan da festa foi inspirado nas lutas democráticas e nos
movimentos artisticos dos Anos 60, principalmente o movimento hippie e
o movimento pacifista em todo mundo, bem como a Jovem Guarda e o
Tropicalismo no Brasil, dizem Lúcio Prado e LIN membros do Conselho
Comunitário que decidiu a identidade da Festa.
Como não poderia deixar de ser teremos petiscos e bebidas
brasileiras à venda - TODA a arrecadação será doada para a Pastoral da
Criança de Picos, PI, Brasil.
Durante a festa os presentes ternao também a oportunidade de se
tornarem doadores de medula óssea. Um grupo da Icla da Silva Foudation
estará presente recrutando possíveis doadores.
UM EVENTO DUAS OPORTUNIDADES DE AJUDAR e UMA oportunidade de se divertir até cair - venha participar conosco.
SERVIÇO
EVENTO: FESTA BENEFICIENTE DOS ANOS 60
QUANDO: Sábado, 17 de Maio de 2008
HORÁRIO: 20hs às 2 hs da manhã
ONDE: Father Demo Hall
25 Carmine Street (entrada esq. com a Bleecker st)
New York , NY
QUANTO: $10
MODA: Look dos Anos 60
MÚSICA: DJ Ferrugem
Maiores Informações: contactar Ana Lourdes 212.920.9540 - Pastoral da Comunicação
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NY,06.05.08 (Por Ana Lourdes Alvarenga) -
NY Times apela para o Freedom of Information Act para fazer reportagem
sobre a morte de imigrantes sob a custódia do serviço de imigação
americano.
A reportagem "Few Details on Immigrants Who Died in Custody" assinada
pela jornalista Nina Bernstein, trás a tona a dificuldade que familias
de detidos, jornais e até Congresso Americano tiem para obter noticias
dos encarcerados que morreram sob custódia do ICE nos últimos anos.
A lista relata mortes que aconteceram entre Janeiro 2004 e Novembro de
2007, quando quase 1 milhão de prisões foram executadas. As informações
foram compiladas pela Immigration and Customs Enforcement Agency depois
do Congresso Americano ter exigido informações sobre a morte do
imigrante indocumentado Khadidiatou Bah, 38, que morreu
sob a custodia do ICE no Elizabeth Detention Center NJ sob a
administração do Corrections Corporation of America para o goveno
federal americano.
Clique para ler a reportagem na integra ou ler a lista de mortos
ler a lista de mortos
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NY,25.03.08 (Por Lúcio Duarte) -
O prazo para atualização do título de eleitor este ano termina dia 7 de maio de 2008.
O TRE só deverá reabrir para recadastramento no próximo ano após as
eleições. Avisem os amigos e parentes para se atualizarem a fim de
evitar problemas no futuro.O voto é obrigatório a TODOS os brasileiros
alfabetizados, maiores de 18 e menores de 70 anos. O voto é facultativo
aos brasileiros analfabetos, jovens entre 16 e 18 anos e aos idosos com
mais de 70 anos.
A lista de embaixadas e repartições consulares brasileiras poderá ser acessada pela página Web do
Ministério das Relações Exteriores.
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NY, 24.03.08 (Por Ana Lourdes Alvarenga)
A bilionária multinacional Wal-Mart processa trabalhadora por reinbolso de despesas médicas.
The people of United States are outraged that Wal-Mart would sue a
brain-damaged employee out of her medical funds. After all, it takes
Wal-Mart less than 38 seconds to earn the $470,000 it's suing the
Shanks to obtain. Make sure your friends, family, and neighbors all
know about Wal-Mart's heartless actions. Watch Jim Shank at
www.watch.com and sign the petition in support of the Shank family:
SEJA SOLIDÁRIO - TAKE ACTION.
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NY,22.03.08 (Fonte: TSE) -
Brasil tem quase 105 mil eleitores no exterior
A Justiça Eleitoral registrou, em um ano, um aumento superior a 21%
no número de eleitores brasileiros que vivem no exterior. Dentre os
dados analisados no período de janeiro a dezembro de 2007, constatou-se
que esse grupo subiu de 86.202 para quase 105 mil eleitores alistados
junto às representações diplomáticas espalhadas pelo mundo.
Foram, em média, quase 1.500 novos pedidos de cadastramento por
mês. Importante destacar que os brasileiros residentes no exterior
votam apenas para presidente da República.
Os eleitores no exterior correspondem a 0,082% do total do
eleitorado brasileiro, que soma 127.464.143 cidadãos aptos a votar.
Veja a lista do número de eleitores por país em anexo.
Existem 94 zonas eleitorais espalhadas pelos cinco continentes,
sendo que o maior eleitorado está localizado nos Estados Unidos, com
35.875 alistados.
Na Europa, o país com maior número de registros é Portugal, com
11.116. Na Oceania, é a Austrália, com 1.134. Já na Ásia, o Japão
concentra 5.373 eleitores. No Oriente Médio, o Líbano contra com 1.186
cadastrados.
Nos países limítrofes ao território brasileiro, o Paraguai soma o
maior número de alistados, com 2.650, seguido pela Argentina, com
2.304, e curiosamente, por Guiana Francesa, com 1.841, que superou o
número de eleitores registrado pelas representações diplomáticas do
Uruguai (1.105).
A evolução do eleitorado em 2007 mostra um aumento considerável de
novos títulos no segundo semestre, uma vez que 4.889 títulos foram
cancelados de abril a maio. A maioria dos casos se refere a eleitores
que deixaram de votar nos três últimos pleitos (referendo das armas, em
2005, e dois turnos das eleições gerais de 2006). Também há casos de
transferência e comunicação de óbito. Ao todo, foram 18.458 novos
títulos em 2007.
Campanha
Desde o ano passado o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tem
intensificado as campanhas de conscientização dos eleitores residentes
fora do Brasil para que regularizem seus títulos. Entre os dias 5 de
novembro e 30 de dezembro, o TSE veiculou, no exterior, campanha
através de emissoras internacionais, como Rede Globo, TV Brasil e Rede
Record, alertando sobre a necessidade de regularização da situação
eleitoral junto às representações diplomáticas dos países em que
residem. O objetivo é sensibilizar o eleitor-migrante a participar do
processo eleitoral através do voto, a fim de colaborar com o processo
democrático brasileiro, mesmo à distância.
Para este ano, o TSE produzirá material informativo para os
eleitores que vão para o exterior, esclarecendo como se regulariza a
situação - transferindo o título de eleitor para o exterior ou mantendo
seu título no País – conforme a permanência seja temporária ou a longo
prazo do cidadão em território estrangeiro.
Como fazer
Para fazer o alistamento eleitoral fora do país, o brasileiro
residente no exterior deve ter em mãos um documento brasileiro de
identificação, como certidão de nascimento, carteira de identidade,
carteira de trabalho ou passaporte. Além disso, deve apresentar
comprovante de residência no exterior e, se for homem e maior de 18
anos, certificado de alistamento militar ou de reservista.
Para o alistamento eleitoral, o eleitor deve se dirigir
pessoalmente ao consulado ou embaixada, onde um funcionário do
Itamaraty preenche manualmente o Requerimento de Alistamento Eleitoral
(RAE) e anexa as cópias dos documentos exigidos. O eleitor deve assinar
o documento na frente do funcionário. O alistamento não pode ser feito
por meio de procuração. O RAE é o único documento válido ao eleitor
residente no exterior que precise se alistar, transferir, revisar dados
ou solicitar segunda via de título eleitoral.
Em seguida, o requerimento é encaminhado ao Cartório Eleitoral do
Exterior, em Brasília, por mala diplomática, para deferimento do juiz
eleitoral. Processado esse documento, o título eleitoral é emitido e
enviado às repartições diplomáticas onde foram solicitados.
O título eleitoral só pode ser retirado pelo eleitor que o
requereu, por se tratar de documento intransferível. Todo o processo
pode levar de três a seis meses até a entrega do título. Os títulos
devem ser emitidos e assinados pelo juiz do Cartório Eleitoral do
Exterior até três meses antes da eleição.
Seção Eleitoral
Para se organizar uma seção eleitoral no exterior, é preciso que na
circunscrição sob a jurisdição da Missão Diplomática ou Consulado-Geral
haja um mínimo de 30 eleitores. Se o número não atingir o mínimo, o
eleitor pode votar na seção mais próxima, desde que localizada no mesmo
país. Se o número de eleitores inscritos ultrapassar 400, instala-se
nova seção.
O Código Eleitoral (Lei 4.737/65), nos artigos 225 a 233, determina
como será feita a votação no exterior. A Resolução 22.155 do Tribunal
Superior Eleitoral (TSE) também estabelece regras para a matéria, além
de disciplinar o alistamento eleitoral no estrangeiro.
O Cartório Eleitoral do Exterior tem por competência a execução do
processo eleitoral e a prestação dos serviços jurisdicionais aos
brasileiros residentes no exterior. Para isso, trabalha juntamente com
o Ministério da Relações Exteriores, representado pelas Missões
Diplomáticas ou Repartições Consulares brasileiras instaladas em
diversos países do mundo (embaixadas e consulados).
Os serviços prestados nas embaixadas ou repartições consulares
brasileiras são: o alistamento eleitoral, transferência de domicílio
eleitoral, revisão de título, emissão de segunda via do título e
justificativa eleitoral.
Situação irregular
Com base na última estatística oficial do Itamaraty, de 2005, o
número de brasileiros no exterior é de 3,5 milhões. Destes, apenas 1,4
milhão estão em situação regular e apenas 397 mil se matricularam em
alguns dos consulados ou postos gerais no exterior.
O país com maior número de brasileiros é o Estados Unidos, onde
residem cerca de 1,5 milhão. No entanto, apenas 415 mil estão
legalizados. Os dados do consulado de Boston dão conta da complexidade
dessa situação. Lá, estima-se que vivam cerca de 300 mil brasileiros,
mas apenas 50 mil regulares. Desses, apenas 1.004 estão matriculados no
consulado.
A segunda maior comunidade de brasileiros no exterior está no
Paraguai, com 450 mil residentes. Depois vem o Japão, onde vivem 350
mil brasileiros, a maioria como dekasseguis, como são chamadas as
pessoas que deixam sua terra natal para trabalhar, temporariamente, em
outra região. Desse total, 220 mil estão em Nagóia, onde o consulado
registra uma situação incomum, já que 210 mil vivem em situação
regular. Mesmo assim, apenas 11% estão registrados no consulado.
O quadro de regulares também é ruim na Europa, onde cerca de 140
mil brasileiros vivem na Itália, 130 mil em Portugal, e outros 120 mil
na Espanha, país que registra nos últimos cinco anos um aumento
considerável de ingresso de brasileiros e uma situação atípica com mais
da metade deles matriculados nos postos do Itamaraty. É o caso de
Barcelona, que recebeu 50 mil brasileiros, dos quais 28 mil estão
registrados.
O voto é obrigatório aos brasileiros alfabetizados, maiores de 18 e
menores de 70 anos. O voto é facultativo aos brasileiros analfabetos,
jovens entre 16 e 18 anos e aos idosos com mais de 70 anos.
A lista de embaixadas e repartições consulares brasileiras poderá
ser acessada pela página Web do Ministério das Relações Exteriores
Ministério das Relações Exteriores.
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NYC, 07.03.08( ARTIGO de Dom Pedro Casaldaliga*) -
PARAR A RODA BLOQUEANDO SEUS RÁIOS
Estou lendo uma biografia de Dietrich Bonhoeffer,
intitulada, muito significativamente, Deveríamos ter gritado.
Bonhoeffer, teólogo e pastor luterano, profeta e mártir, foi
assassinado pelo nazismo, no dia 9 de abril de 1945, no campo de
concentração de Flossenbürg. Ele denunciava a «Graça barata» à qual
reduzimos muitas vezes nossa fé cristã. Advertia também que «quem não
tenha gritado contra o nazismo não tem direito a cantar gregoriano». E
chegava finalmente, já nas vésperas do seu martírio, a esta conclusão
militante: «Tem que se parar a roda bloqueando seus raios». Não bastava
então socorrer pontualmente as vítimas trituradas pelo sistema nazi,
que para Bonhoeffer era a roda; e não nos podem bastar hoje o
assistencialismo e as reformas-remendo frente a essa roda que para nos
é o capitalismo neoliberal com os seus raios do mercado total, do lucro
omnímodo, da macro-ditadura econômica e cultural, dos terrorismos do
estado, do armamentismo de novo crescente, do fundamentalismo
religioso, da devastação ecocida da terra, da água, da floresta e do ar.
Não podemos ficar estupefatos diante da iniqüidade
estruturada, aceitando como fatalidade a desigualdade injusta entre
pessoas e povos, a existência de um Primeiro Mundo que tem tudo e um
Terceiro Mundo que morre de inanição. As estatísticas se multiplicam e
vamos conhecendo mais números dramáticos, mais situações infra-humanas.
Jean Ziegler, relator das Nações Unidas para a Alimentação, afirma,
carregado de experiência, que «a ordem mundial é assassina, pois hoje a
fome não é mais uma fatalidade». E afirma também que «destinar milhões
de hectares para a produção de bio-carburantes é um crime contra a
Humanidade». O bio-combustível não pode ser um festival de lucros
irresponsáveis. A ONU vem alertando que o aquecimento global do planeta
avança mais rapidamente do que se pensava e, a menos que se adotem
medidas urgentes, provocará a desaparição do 30% das espécies animais e
vegetais, milhões de pessoas serão privadas de água e proliferarão as
secas, os incêndios, as enchentes. A gente se pergunta angustiado quem
irá adotar essas «medidas urgentes».
O grande capital agrícola, com o agronegócio e cada vez mais
o hidronegócio, avança sobre o campo, concentrando terra e renda,
expulsando às famílias camponesas e jogando-as errantes, sem terra,
acampadas, engrossando as periferias violentas das cidades. Dom Erwin
Kräutler, bispo de Xingu e presidente do CIMI, denuncia que «o
desenvolvimento na Amazônia tornou-se sinônimo de desmatar, queimar,
arrasar, matar». Segundo Roberto Smeraldi, de Amigos da Terra, as
políticas contraditórias do Banco Mundial por um lado «prometem salvar
as árvores» e por outro lado, «ajudam a derrubar a Amazônia».
Mas a Utopia continua. Como diria Bloch, somos «criaturas
esperançadas» (e esperançadoras). A esperança segue, como uma sede e
como um manancial. «Contra toda esperança esperamos». Da esperança
fala, precisamente, a recente encíclica de Bento XVI. Frente ao
descrédito da política, em quase todo o mundo, nossa Agenda
Latinoamericana 2008 aposta por uma nova política; até «pedimos,
sonhando alto, que a política seja um exercício de amor». Um amor muito
realista, militante, que subverta estruturas e instituições
reacionárias, construídas com a fome e o sangue das maiorias pobres, ao
serviço do condomínio mundial de uma minoria plutocrata.
Por sua parte as entidades e os projetos alternativos
reagem tentando criar consciência, provocar uma santa rebeldia. O FSM
2009 vai-se realizar, precisamente, na Amazônia brasileira e terá a
Amazônia como um dos seus temas centrais. E o XII Encontro
Inter-eclesial das CEBs, em 2009, se celebrará também na Amazônia, em
Porto Velho, Rondônia. Nossa militância política e nossa pastoral
libertadora devem assumir cada vez mais estes desafios maiores, que
ameaçam nosso Planeta. «Escolhemos, pois, a vida», como reza o lema da
Campanha da Fraternidade 2008. O apóstolo Paulo, em sua Carta aos
Romanos, nos lembra que «toda a criação geme e está com dores de parto»
(Rom.8,22). Os gritos de morte cruzam-se com os gritos de vida, neste
parto universal.
É tempo de paradigmas. Creio que hoje se devem citar, como
paradigmas maiores e mais urgentes, os direitos humanos básicos, a
ecologia, o diálogo inter-cultural e interreligioso e a convivência
plural entre pessoas e povos. Estes quatro paradigmas nos afetam a
todos, porque saem ao encontro das convulsões, objetivos e programas
que está vivendo a Humanidade maltratada, mas esperançada ainda sempre.
«Novos ventos sopram no Continente». Os povos indígenas de
Abya Yala têm saudado com alegria a Declaração da ONU sobre os Direitos
dos Povos Indígenas, que afeta a mais de 370 milhões de pessoas em 70
paises do Mundo; e reivindicarão a execução real dessa Declaração.
Nossa Igreja da América Latina e o Caribe, em Aparecida, se
não foi aquele Pentecostes que queríamos sonhar, foi uma profunda
experiência de encontro entre bispos e povo; e confirmou os traços mais
característicos da Igreja da Libertação: o seguimento de Jesus, a
Bíblia na vida, a opção pelos pobres, o testemunho dos mártires, as
comunidades, a missão inculturada, o compromisso político.
Irmãos e irmãs, que raios vamos quebrar em nossa vida
diária?, como ajudaremos a bloquear a roda fatal?, teremos direito a
cantar gregoriano?, saberemos incorporar em nossas vidas esses quatro
paradigmas maiores traduzindo-os em prática diária?
Recebam um abraço entranhável na esperança subversiva e na comunhão fraterna do Evangelho do Reino. Vamos sempre para a Vida.
* Pedro Casaldáliga, Bispo emérito de São Félix do Araguaia
Fonte: Circular 2008
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NYC.22.02.08 (Por Ana Lourdes Alvarenga)-
RIO DE PAZ pede apoio
A Rio de Paz, uma organização sem fim lucrativos no Rio de Janeiro
está produzindo um abaixo assinado que será entregue em Brasília para o
Ministro da Justiça e o Presidente da República visando a reduçao dos
homicídios no Brasil. PAra obter maiores informações sobre seus
trabalhos e manifestações favor ascessar
Rio de Paz Website
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NYC.20.02.08 (Por Vincenzo Ronchi)-
CRISMA 2008 - As Inscrições Estão Abertas
CURSO DE CATEQUESE PARA ADULTOS
Na Comunidade Católica de Brasileiros - Our Lady of Pompeii Church
25 Carmine Street, New York, NY 10014
falecomopadre@gmail.com; (212) 255-6776; www.catolicosny.com
Encontros: segunda-feiras, e sexta-feiras 7:00 até 8:30 pm
Programa Provisório
1. Segunda-feira, 25 de fevereiro: primeiro encontro
2. Sexta-feira, 29 de fevereiro: religião e revelação
3. Segunda-feira, 3 de março: introdução à Bíblia
4. Segunda-feira, 10 de março: tradição e magistério
5. Sexta-feira, 14 de março: Jesús Cristo
6. Segunda-feira, 17 de março (semana santa): o mistério pascal
7. Sexta-feira, 28 de março: Espírito Santo
8. Segunda-feira, 7 de abril: Igreja, povo de Deus
9. Sexta-feira, 11 de abril: Oração
10. Segunda-feira, 14 de abril: Liturgia
11. Sexta-feira, 18 de abril: Sacramentos
12. Segunda-feira, 21 de abril: Reconciliação
13. Sexta-feira 25 de abril: Crisma
14. Segunda-feira, 28 de abril: Confissões e ensaio
15. Quinta-feira, 1 de maio, às 17:15 hrs (5:15 PM): Crisma com bispo Sullivan.
POR FAVOR COPIE E PASTE, e preencha o formulário abaixo e envie para Padre Vincenzo por email: falecomopadre@gmail.com
Sobrenome:
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Telefone :
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Data e Lugar de Nascimento :
Nome Completo do Pai:
Nome Completo da Mãe:
SACRAMENTOS RECEBIDOS
Data:
BATISMO Sim ou não
Igreja:
Endereço:
Data:
COMUNHAO Sim ou Não
Igreja:
Endereço:
PRAZO para matricula: sexta-feira, 29 de fevereiro, antes das 7:00 pm
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NYC 11.02.07 (By Ana Lourdes Alvarenga) -
O retorno de famílias brasileiras ao Brasil nas manchetes
Recentemente El Diario/ La Prensa publicaram um artigo que
documenta a evasão da comunidade brasileira dos Estados Unidos. Apesar
de não apresentar números precisos, o artigo contém depoimentos de
personalidades brasileiras e hispanicas que expõem diferentes versões
sobre o atual "exôdo" brasileiro.
Edilberto Mendes, do jornal The Brasilians e Padre Amarillo Checon
reafirmaram a solidez da comunidade brasileira nos Estados Unidos
dizendo ter sido sempre comum o retorno de brasileiros no inverno e
ocasionais retornos. Os hispanos Angelo Falcón, presidente do National
Institute for Latino Policy e Eduardo Juárez, presidente da
International Immigrant Foundation, dianosticaram como possíveis
motivos da evasão o profundo descontentamento que brasileiros tem com a
ilegalidade - em parte por seu alto nível educacional - e a cultura
amável e festeira que faz com que brasileiros se adaptem mais
dificilmente a vida na América.
Para ler o artigo na integra
CLICK AQUI
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NYC,28.01.08 (Reprodução) -
LAWSUIT CHALLENGES GOVERNMENT'S WITHHOLDING OF DOCUMENTS CONCERNING PRE-DAWN IMMIGRATION HOME RAIDS IN NEW JERSEY Concern over intimidating tactics, privacy violations
NEWARK, NJ - Seton Hall Law School's Center for Social Justice (CSJ) and the
Brazilian Voice filed suit today in federal court under the Freedom of
Information Act (the FOIA) to compel the Department of Homeland Security
(DHS) to release documents regarding its practice of executing pre-dawn,
warrantless raids of immigrants' homes throughout the state of New Jersey.
In January 2006, so-called "Fugitive Operations Teams" were each ordered by
DHS's Office of Detention and Removals Operations to meet a quota to find
and arrest 1,000 individuals per year who had outstanding deportation
orders. Since the quota was instituted, there has been an escalating pattern
of pre-dawn raids of immigrant homes in at least 15 New Jersey towns where
the state's four Fugitive Operations Teams have implemented the quota and
DHS's "Operation Return to Sender."
In these raids, Immigration and Customs Enforcement (ICE) agents enter
immigrant homes in the early hours of the morning, without search warrants,
using intimidation and-on occasion-force, to gather and question everyone in
the home. The ICE agents then arrest persons who cannot immediately prove
legal residence. According to ICE statistics, of the 2,079 "fugitive"
arrests that ICE made in New Jersey last year, 87% of those arrested had no
criminal record. Individuals subjected to the home raids include children
and adults who are U.S. citizens or Lawful Permanent Residents.
"Many victims of the raids believe they were duped or coerced into opening
their door to ICE agents, and still have no idea why their family was
targeted. Often the individuals arrested in a raid have lived in the U.S.
for years, raised U.S.-citizen children, worked hard, paid taxes and
established community ties," said Bassina Farbenblum, a CSJ attorney.
Scott Thompson, a lawyer at Lowenstein Sandler who is representing the CSJ,
noted that "because the ICE agents apparently don't get search warrants and
no official records are available, there is currently no way to know whether
they had any legitimate basis or lawful authority to enter a particular
home."
Today's lawsuit seeks to learn more about these ICE enforcement tactics by
obtaining documentation of official policies and other records available to
the public under the FOIA. On December 14, 2007, the CSJ and the Brazilian
Voice, a regional Portuguese-language newspaper, filed a FOIA request
seeking both records relating to the execution of more than 40 suspected
raids, and to the policies and procedures that govern this ongoing practice.
The raids detailed in the request occurred in Trenton, Freehold, Hightstown,
Ewing, Princeton, West Windsor, Union City, Bridgeton, Paterson, Edison,
Metuchen, Woodbridge, Penn's Grove, Clifton, Atlantic City, Vineland,
Englewood, Morristown, Lakewood, Emerson, Hillsdale, Bloomfield, Passaic,
Irvington, Livingston, New Brunswick, New Egypt and Newark.
In its only communication thus far regarding the FOIA submission, the DHS
rejected a request for "expedited processing." According to DHS, the raids
are not an issue of particular public interest because "a preliminary search
of the internet does not indicate that there is substantial current news
interest concerning this topic," and no other individuals have recently
sought information on ICE operations.
Plaintiffs in today's lawsuit are the original requesters, CSJ and The
Brazilian Voice. A copy of the FOIA request and the federal complaint can be
found on the CSJ's Web page:
CLICK HERE
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NYC, 27/11/07 (Reprodução) -
Bento XVI visitará Nova York e Washington em abril de 2008
De 15 a 20 de abril, Bento XVI viajará aos Estados Unidos.
A visita acontecerá depois de que o secretário-geral das Nações
Unidas, Ban Ki-moon, convidara ao Papa a visitar a sede dessa
instituição em Nova York. O Santo Padre chegará a Washington em 15 de
abril. No dia seguinte, no qual completará 81 anos, receberá as
boas-vindas oficiais na Casa Branca. À tarde, dirigirá um discurso à
Conferência dos Bispos Católicos dos Estados Unidos.
Em 17 de abril, após celebrar missa no estádio de Washington, terá
um encontro na Universidade Católica da América.Em Nova York, além de
visitar a ONU na manhã de 17 de abril, participará de um encontro
ecumênico. Sua estadia na cidade prevê também uma missa na catedral de
São Patrício, em 19 de abril, no aniversário de sua eleição como Papa,
e um encontro com os jovens.
Em 20 de abril, o Santo Padre visitará Ground Zero, onde se
encontravam as torres gêmeas do World Trande Center abatidas nos
atentados de 11 de setembro de 2001. À tarde, a viagem concluirá
oficialmente com a missa no Yankee Stadium. «É um momento abençoado
para a nossa nação», declarou Dom William SkyIstad, bispo de Spokane,
presidente da Conferência Episcopal. «O Papa Bento XVI não é só o guia
dos católicos, mas também um homem que é motivo de inspiração para
todos os que trabalham pela paz.»
O cardeal Edward Egan, de Nova York, considera que a resposta das
pessoas de sua arquidiocese «foi de alegria e de ação de graças pela
presença do sucessor de Pedro entre nós. Garanti ao Santo Padre que
receberá uma saudação de boas-vindas calorosa e cheia de orações.
Esperamos sua visita com prazer e comoção».
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NYC,18.09.07 (Por Ana Lourdes Alvarenga)
- Onde foi parar a liberdade de imprensa nos EUA? Alguém viu? Uma dica: - Não perca seu tempo tentando achá-la em NJ.
Mais um caso de abuso sofrido por imigrantes brasileiros nos EUA,
reacende nossa preocupação com a falta de legitimidade e respeito às
leis americanas por parte de alguns policiais desqualificados. Ontem, o
abuso sofrido pelo editor Roberto Lima, do jornal Brazilian Voice, e
pelo fotógrafo freelancer Geraldo Carlos, ganharam destaque no jornal
americano The Star-Ledger.
Depois de terem descoberto o cadáver de uma mulher desovado no
bairro do Ironbound, no dia 6 de setembro em Newark (NJ), e comunicado
às autoridades prestando um serviço a todas etnias e comunidades que
vivem naquela região - Geraldo Carlos e Roberto Lima além de detidos
injustamente tiveram seus direitos de imprensa usurpados.
(Leia Mais)
A comunidade católica brasileira em NY vem aqui se solidarizar com
esses dois jornalistas, duas figuras muito queridas da comunidade
brasileira em NJ e de extrema importância na vida de brasileiros em
todo Estados Unidos. Esse caso vergonhoso vem chamar atenção de todos
nós para a importância do engajamento politico e social nesse momento
em que nossas liberdades e direitos civis sofrem ataques contínuos. O
destino de uns pode e acabará se tornando o destino de todos se não nos
mobilizarmos e agirmos de acordo. Filie-se e participe em organizações
que lutam pelos direitos civis e direitos dos imigrantes nos Estados
Unidos.
Gostaríamos de ressaltar a importância dos jornalista brasileiros
que servem a comunidade brasileira. Os jornais locais permanecem nossa
âncora em momentos de dificuldade. Muitas vezes não nos demos conta da
importância dos profissionais de jornalismo que estão sempre nos
mantendo informados da "temperatura" das ruas - e que para além de
"colunistas sociais", como Geraldo, que em 2001 recebeu uma placa do
mesmo departamento de policia de NJ por ter ajudado a identificar 35
marginais - são nossa voz retumbante quando precisamos.
Devemos continuar apoiando essas mídias locais que sobrevivem da
"propaganda" de pequenos e médios negócios, e indivíduos como nós. Nem
tudo que faz "plim-plim" é ouro. O espaço que temos nas mídias locais
nunca nos será dado nas mídias corporativas - e esse é um capítulo que
não "vale a pena ver de novo", concordam?
Jornalistas amigos - Sigam fortes - nossa comunidade segue orando por vocês.
Estamos aqui para o que der e vier. Estamos aqui.
Um minuto de silêncio pela liberdade de imprensa e os direitos civis nos Estados Unidos.
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NYC, 08.23.07 (Por Vicenzo Ronchi e Ana Lourdes Alvarenga) -
MITO, REALIDADE e IMIGRAÇÃO
Separar o mito e da realidade é o primeiro passo para um diálogo sério e produtivo sobre o tema da imigração.
Recentemente tivemos a oportunidade de conhecer o trabalho de Jane
Guskin, editora do “Weekly News Update on the Americas”, do
“Immigration News Briefs" e autora dos livros “What´s so wrong about
Immigration?”, “The case for open borders”. Em seu último livro “The
Politics of Immigration" com o co-autor de David L. Wilson, Jane
contesta informações voláteis e os "mitos" que acabam por forjar as
politicas de imigração nesse pais.
Pedimos à Jane que nos falasse um pouco mais sobre esses "mitos" dos quais os imigrantes são acusados.
Não
podemos deixar que a falta de informação de quem acha que todos os
problemas dos Estados Unidos derivam da imigração indocumentada, se
sobreponha a verdade dos fatos. Com a palavra Jane Guskin.
IMMIGRATION: MYTHS AND FACTS By Jane Guskin*
Q: How come so many immigrants don’t “follow the rules?”
A: Because the rules are designed to keep them out. If they had a
choice, virtually everyone who came here would do it legally. But it’s
nearly impossible to get an immigrant visa, unless you are the spouse,
child or parent of a US citizen–and even then it’s often difficult.
(Other relatives of US citizens, like siblings, must wait 15-20 years
for a visa.)
Even visitor visas are very hard to get. People from Western
Europe, Canada, Australia and a few other places don’t need a visa to
visit here, but everyone else does (even though US citizens don’t
usually need visas to travel overseas). To get a visitor visa, you
usually must own property, have a steady well-paid job, have a lot of
money in the bank, and prove that you don’t intend to immigrate.
Q: How “illegal” are undocumented immigrants?
A: People can’t be illegal, only actions can be illegal. (If you
broke the speed limit once, or got drunk when you were under age, does
that make you “illegal”?) The act of entering the US without permission
(“illegally”) is a minor misdemeanor, like “disorderly conduct.” Being
present in the US without permission is not even a crime–it’s just a
civil infraction, like a parking violation.
Q: Does it really matter who’s “illegal” and who’s “legal”?
A: Some people try to make a big distinction between “legal” and
“illegal” immigrants. But being out of status, or “undocumented,” isn’t
a permanent condition. Some legal residents have had their status taken
away, and some people who arrive without permission have managed to
become legal residents and eventually US citizens (although it is now
very difficult for many undocumented immigrants to “become legal”).
Within many immigrant families some people are “legal” and some aren’t.
So isn’t it an artificial distinction? Especially since virtually
everyone who is undocumented wishes they could have the opportunity to
“become legal.”
Q: Do out-of-status immigrants pay taxes?
A: Immigrants pay sales taxes and real estate taxes as much as
anyone else. (If you rent your home, real estate taxes are included in
your rent.) Many out-of-status immigrants work on the books and also
pay federal and state payroll taxes. If they use incorrect social
security numbers to get their jobs, taxes are deducted from their
checks but they are usually afraid to file for refunds, so they
actually pay more than they should. Immigrants who work on the books
also pay into Social Security, although most will never be able to
claim benefits.
Q: Do out-of-status immigrants strain public services?
A: Immigrants who are out of status can’t access welfare, and even
when they have US-born children who are eligible, many undocumented
parents are afraid to seek benefits for their kids. Public education is
a right and is mandatory for all children, documented or not. Public
schools are mostly funded by property taxes and things like state
lotteries, and immigrants contribute to those funds at least as much as
anyone else. As for health care, the big problem is that the US has no
comprehensive health care program. A majority of the people without
health insurance in this country are US citizens.
Q: Do out-of-status immigrants take jobs and bring down wages?
A: Most studies suggest that immigrants create as many jobs as they
“take,” since they are not only workers but are also consumers of goods
and services. Out-of-status immigrants who accept lower pay than US
workers probably do bring down the wage scale in certain job sectors,
but that problem could be resolved by increasing labor protections and
allowing all immigrants to work legally, so they could demand fair
wages and more easily organize for their rights.
Q: Do immigrants commit more crime?
A: Virtually every study ever done shows that immigrants tend to
commit LESS crime than non-immigrants. The media seems to play up
crimes committed by out-of-status immigrants, but far more crimes are
committed by US citizens. In fact, out-of-status immigrants are often
the victims of crime, because they fear reporting anything to the
police.
Q: Is “open borders” a crazy idea?
A: No. The other option–stricter laws and stricter enforcement–only
makes things worse. Border crackdowns just make immigration more
expensive and people-trafficking more profitable, the same way the “war
on drugs” makes drugs more expensive and the drug trade more
profitable. Workplace raids make it harder for immigrant workers to
organize and defend their rights. Open borders seems like a better
idea: no one would have to die to come here, immigrants wouldn’t have
to live in hiding or in fear, and we could start to work toward real
integration.
Q: Would “open borders” solve the problem?
A: No, because it doesn’t address the root causes of migration:
global economic injustice, the corporate hijacking of natural
resources, and wars and political violence. Most people who migrate
don’t do it for adventure but because they can barely survive, and see
no opportunities for themselves or their children, in their home
communities. Multinational corporations take away their natural
resources and give nothing back, “free trade” treaties destroy
small-scale farming and industry, and policies imposed by the World
Bank and International Monetary Fund bring down wages, cut back
services and increase unemployment. When people resist, they are
confronted with violence and repression.
Q: What can we do?
A: Learn about the real issues of immigration, and talk to all
kinds of people about these issues. When someone says something
anti-immigrant, try to get them to see another point of view. Get to
know immigrants, make friends, learn another language and help others
learn English. Get involved in local activist campaigns in your town:
against the raids, for day laborers’ rights, or against anti-immigrant
laws. Take part in immigrant rights marches and rallies. Support
international labor rights campaigns and anti-sweatshop efforts, take
action against the World Bank and the IMF, and support global economic
justice. Get involved.
* Prepared by Jane G. A flyer version of this Q&A will is
available in English & Spanish at
http://thepoliticsofimmigration.org along with lists of books, films,
organizations and other resources.
Para maiores informações visite
The Politics of Immigration
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